VISITA DO PCA A BENGUELA E AO HUAMBO
SENSIBILIZAÇÃO VINCADA EM RESULTADOS SATISFATÓRIOS
O Presidente do Conselho de Administração da Imprensa Nacional-E.P., Lando Sebastião Teta, efectuou uma visita de seis dias (14 a 20 de Abril) às Províncias de Benguela e Huambo com vista a sensibilizar as Instituições Públicas dessas regiões do País que não trabalham com a Organização, desobedecendo ao Despacho Presidencial n.º 91-B/18, de 24 de Julho, que determina que todo o estacionário, formulários, selos, fichas e demais documentos passíveis de impressão utilizados nos serviços públicos da Administração Directa e Indirecta, Central e Local do Estado devem ser produzidos pela gráfica estatal. Encabeçando uma delegação composta pelos Directores Comercial e de Captação de Negócios, Financeiro e de Compras e Logística, nomeadamente Neid Guimarães, Lukombo João e António Januário, o PCA Lando Teta inteirou-se da dinâmica dos seus auxiliares na região, bem como dos constrangimentos que impedem o cumprimento daquela Directiva Presidencial, nomeadamente: • Perceber as principais razões que estão na base do não cumprimento do referido Diploma Legal; • Apelar para a publicação de actos importantes praticados e demais documentos legais relevantes emitidos pelas Administrações Locais, tal como documentos de cedência de direitos de superfície, com vista a conferir-lhes maior grau de segurança e evitar a contrafacção; • Agendar a ministração de formação/seminários sobre a Lei n.º 7/14, de 26 de Maio, sobre Publicações Oficiais e Formulários Legais, de forma gratuita, pela Direcção de Edição e Publicação aos Governos Provinciais e Administrações Locais;• Apelar para a adesão ao Jurisnet; • Proceder à produção de colectâneas de demais Diplomas Legais e regulamentos relacionados com as actividades intrínsecas a cada Governo Provincial e respectivas administrações; • Sugerir regulamentação da dívida com a Imprensa Nacional; • Visitar as lojas da IN nas respectivas províncias; • Visitar por cortesia e eventuais conciliações de contas com as Instituições do Ensino Superior localmente. Por conseguinte, o périplo da delegação iniciou no dia 15 em Benguela, durante o qual os Directores efectuaram as seguintes visitas: a) Loja SIAC Benguela, onde levaram produtos para serem comercializados na loja e outros materiais de escritório, apresentação da nova Directora e interacção com a Coordenação do SIAC; b) ISCED Benguela, para cortesia e conciliação de contas. No dia 16, já com a presença e liderança do chefe máximo da Instituição, a comitiva fez visitas a dois eixos focais daquela província, concretamente: a) Governo Provincial — a comitiva foi recebida em audiência, às 8h00, pelo Governador da Província, Luís Nunes, que se fazia acompanhar de uma equipa multidisciplinar, tendo sido abordados os temas programados.

Embora justificasse a questão financeira, acolheu a exposição feita pelo PCA sobre os temas agendados da viagem e orientou, em consequência, a marcação de um encontro técnico entre o Secretário Geral da Província e os Directores da IN-E.P. presentes para tratamento das questões abordadas, tendo o mesmo ficado para o dia 18 pelas 15 horas; b) Universidade Katyavala Bwila — visita de cortesia e esclarecimento sobre a obrigatoriedade de pagamento das cédulas de diplomas e certificados no acto da adjudicação da factura e do levantamento dos produtos, sobretudo, pelo facto de a IN-E.P. ser uma unidade sem dotação orçamentada pelo Estado, dependente de recursos próprios, facto desconhecido pela maior parte dos parceiros afectos às Instituições de Ensino que, constantemente apelam a IN-E.P. ao fornecimento do produto com base numa nota de cabimentação cuja homologação da Ordem de Saque não acontece em menos de três meses, o que causaria rotura da sua liquidez. Porém, ficou clarificado que o processo deve ser por antecipação. No mesmo dia, no período da tarde (16h00), a delegação partiu de carro para a Província do Huambo e ao longo do percurso desconhecido, com alguns troços semi-destruídos, era possível beber da frescura que o clima oferecia e das belas paisagens montanhosas características do Planalto Central. A noite ainda encontrou a comitiva na estrada e, o que se previa ser percorrido em 3 horas, foi percorrido em cerca de 6 horas, imbuindo todos com um frio na barriga que era gerido individual e silenciosamente. A distância entre uma comunidade e outra era quase que desesperadora na noite escura. Perto das 23h00, chegou-se à Cidade do Huambo, que, humildemente, transmitia o sentimento de serenidade e sincero acolhimento. Ipso facto, a jornada de trabalho à Região Planáltica do Huambo iniciou no dia 17 com a seguinte agenda: a) Governo Provincial — a comitiva foi recebida em audiência pelo Vice-Governador o Sector Político, Social e Económico, Angelino Elavoco, que, igualmente, se fazia acompanhar de uma equipa multidisciplinar e os Órgãos de Comunicação Social local, às 10h00, tendo sido acordado a continuidade dos contactos entre o Secretário Geral e a Direcção Comercial e de Captação de Negócios da Imprensa Nacional-E.P.; b) Loja SIAC Huambo — em sequência da ronda de vistas, a comitiva visitou as instalações, interagiu com a Coordenação do SIAC, tendo o PCA tomado contacto com alguns problemas vividos pelas lojas a nível das províncias, dentre eles a falta de impressora, meio de transporte, Terminal de Pagamento Automático (TPA), tendo este último sido resolvido pelo PCA in locus, com o Director Financeiro junto do Banco Sol; c) Universidade José Eduardo dos Santos — recebidos pela Reitora Virgínia Quartin e pelo Vice-Reitor João Cardoso, tratou-se de uma visita de cortesia na qual se apelou para a assinatura do contrato de fornecimento de produtos académicos, mormente certificados, diplomas, canudos e livros de registos, a publicação de pautas de finalistas e, como não podia deixar de ser, da situação financeira junto da IN-E.P., tendo ficado o reconhecimento de ser um parceiro regular no que aos pagamentos diz respeito; d) Almoço de confraternização da comitiva com os colegas locais — em que os funcionários Madalena Cabo, Júlia Lambo e João Cambonga aproveitaram, com maior abertura e inibição, expor os seus pensamentos, contributos, anseios e necessidades individuais na relação com a empresa. Às 9h00 do dia 18, a comitiva despedia-se dos colegas no SIAC e partira estrada fora, de regresso a Benguela. A estrada já era conhecida, a confiança dos visitantes era visível e o horário era favorável para uma viagem longa, descontraída e necessária. Alto Hama, município limítrofe entre as Províncias do Huambo e Benguela, foi o local de despedida do PCA, que deixava a comitiva por inerência de serviço em Luanda. O percurso foi distenso e à tangente, porquanto a comitiva chegou exactamente às 15h00 Governo Provincial para o cumprimento da agenda, traçada no encontro anterior, com o Secretário Geral de Benguela. Do encontro, foi assumida a dívida e o compromisso de liquidação e firmação do contrato de fornecimento do estacionário que imediatamente foi remetido para análise. No dia 19, as visitas de cortesia, conciliação de contas e apelo para a firmação do protocolo de cooperação foram realizadas com o ISCED — Instituto Superior de Ciências de Educação de Benguela, o ISPB — Instituto Superior Politécnico de Benguela e Instituto Superior Politécnico Maravilha de Benguela. Por fim, foi feita uma última visita de trabalho na Loja SIAC Benguela pela Directora Comercial e de Captação de Negócios, Neid Guimarães. Todavia, os contactos continuarão a ser mantidos com as instituições visitadas, para a fidelização e manutenção das parcerias.

Deixe seu comentário