EVOLUÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E SUAS FASES
CRIAÇÃO DO EQUIPAMENTO GRÁFICO E SEU HISTORIAL
A história da impressão gráfica é fascinante e, diferente do que muita gente pensa, não teve o seu início com Johannes Gensfleisch Gutenberg, aquele que é considerado o inventor da imprensa. É verdade que esse ourives e joalheiro alemão foi fundamental no desenvolvimento do sistema mecânico de tipos móveis que revolucionou a imprensa. No entanto, como veremos na sequência, os primeiros passos foram dados muito antes de Gutenberg. O facto é que a comunicação, através da impressão, faz parte da realidade de todo o planeta, contribuindo para apresentar Informações, Indicativos, Propagandas, Notícias, etc. Além disso, de acordo com a professora emérita de Linguística da American University (EUA), Naomi S. Baron, as pesquisas demonstram que a compreensão dos conteúdos lidos é melhor no texto impresso, especialmente naqueles que são longos e não acedidos via equipamentos digitais. Neste post, apresentaremos a história da impressão gráfica e sua evolução. Convidamo-lo a continuar a ler esse mundo interessante de tecnologia para que conheça detalhes sobre a fascinante indústria gráfica. I. História da impressão gráfica: como tudo começou? Não se sabe exactamente onde nem quando a primeira impressão foi gerada, porém, estima-se que em algum lugar da Mesopotâmia (actual Iraque), por volta de 4.000 a.C., estruturas de cilindros eram utilizadas sobre o barro para a impressão de imagens que até hoje são admiradas em diversos museus do mundo (escrita cuneiforme). Também se sabe que os e ípcios já trabalhavam com os papiros por volta de 3.000 a.C. e que o papel foi inventado na China em 105 d.C., por Tsai Lun. E no séc. IX, os chineses começaram a usar técnicas de impressão em xilograma. No entanto, a grande mudança na impressão gráfica ocorreria somente no final da Idade Média, em Mainz (Alemanha), como veremos na sequência.

II. A impressão gráfica como nós a conhecemos Dando um salto para a impressão em papel, no ano de 1438 Gutenberg inventou um equipamento que trabalhava com prensa, formas e tipos. Fragmentos de um poema e um calendário astronómico foram os primeiros trabalhos impressos realizados a partir dessa invenção, um acontecimento que mudaria a forma de comunicação em todo o planeta. Desse modo, uma série de invenções surgiram, onde se destacam: 1796 — surge a litografia, uma técnica de gravação que utilizava tinta gordurosa e uma pedra polida que seria substituída mais tarde por placas metálicas; 1803 — é inventada a impressão cilíndrica; 1884 — a linotipia faz toda a diferença na impressão, onde se torna possível a formação de uma linha completa de letras em uma única peça de metal. II. Estado actual dos equipamentos 2.1. O futuro da impressão gráfica Nos dias actuais, já possuímos tecnologias que permitem a impressão não apenas em papéis ou objectos que venha a receber a tinta disponibilizada pelos equipamentos, pois se tornou possível modelar qualquer objecto a partir do que vem sendo conhecido como tecnologia 3D. A impressão 3D consiste na utilização de filamentos plásticos que se modelam a partir de um equipamento que interpreta um objecto desenhado digitalmente e a partir de um software transforma o desenho em um composto real que pode ser utilizado pelas pessoas, tais como: a) Calçado; b) Ferramentas; c) Instrumentos musicais; d) Objectos decorativos, etc. Actualmente, já se constroem casas a partir dessa tecnologia, ou seja, equipamentos que possuem mais de 7 metros têm a capacidade de imprimir imóveis que serão utilizados pelas famílias. Além disso, outras tecnologias possibilitam que impressões de livros, por exemplo, não tenham mais a necessidade de ultrapassar a casa de centenas de exemplares produzidos. No momento, é perfeitamente possível imprimir apenas 20 livros com toda a qualidade que uma boa publicação exige, o que significa ter impressão sob demanda. Essa é uma excelente alternativa para empresas que desejam preparar materiais publicitários ou institucionais em pequenas quantidades e para escritores que desejam lançar as suas obras sem a necessidade de grandes investimentos.

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