CONFRATERNIZAÇÃO MASCULINA EM FUTSAL
CHICO (MVP) E CASSAMANO BRILHARAM

Sábado, 23 de Março, manhã de sol aberto e ardente de um convívio futebolístico e de confraternização laboral e fraternal entre colaboradores da Imprensa Nacional-E.P., os artistas da bola entraram no campo do Magistério Mutu ya Kevela para a realização da partida de futsal, organizado pela Direcção de Gestão de Recursos Humanos, Administração e Património (DGRHAP) em parceria com a Comissão Sindical, em comemoração ao Dia do Pai, ocorrido a 19 de Março em todo o mundo.
Sob a arbitragem de Estêvão Almeida (FL), as equipas escalonaram-se da seguinte forma:
Equipa Amarela: Luís Cassamano (DGRHAP), Narciso «Chico» Cui (DGRHAP), Francisco José (DG), António Januário (DCL), Estica (FL) e Carlos «Renato» Ribeiro (DG).
Treinador: Pinto Capembe (DEP).
Equipa Azul: Plínio Manuel (DG), Magno Roberto (DG), Lourenço Silva (DCCN), Florêncio «Flávio» Santos (DG), Gonçalves Mateus (DG) e Leonel Magalhães (CAD).
Treinador: Magno Roberto (DG)
O jogo iniciou fugaz e aberto, com maior pendor ofensivo para a Equipa Azul, na qual o capitão Leonel evidenciava um autêntico ponta-de-lança, efectuando
dois remates sucessivos que mereceram a pronta intervenção de Cassamano. De seguida, o equilíbrio passou a ser a tónica dominante do jogo e, aos 14 minutos, Januário inaugurou o marcador para a Equipa Amarela numa jogada de belo efeito com Renato e Chico, tendo esse aumentado a vantagem para 2×0 três minutos depois.
A Equipa Azul reagiu e reduziu o placard, cinco minutos depois, por Nkrumah Charumbo, num toque subtil com o pé direito, enganando o keeper que se preparava para o remate com o pé esquerdo. O camisola 4 acabara de entrar na partida em substituição de Flávio.
Galvanizados, os azuis encetaram maior velocidade ao jogo e restabeleceram a igualdade por Gonçalves (o maestro da equipa) num remate intenso de fora d’área, fazendo jus a camisola 7 dos craques.

Com a chegada de mais jogadores ao recinto de jogo, a Equipa Amarela efectuou duas substituições que foram determinantes para o desenrolar do encontro. Por conseguinte, as entradas de Cristo (FL), no centro da defesa, e de Adilson Ferreira (DG), no meio campo, foram o epicentro da grande avalanche ofensiva da equipa, e com o guarda-redes em grande nível mudaram o rumo da partida.
Assim sendo, aos 24 minutos, Francisco desempata a partida para os amarelos numa jogada de consistência do ataque da sua equipa. Dois minutos depois Chico (na visão do BIIN, o melhor em campo exaequó com Cassamano) bisou, aumentando o score para 4×2.
O amarelo brilhava no recinto com o bis de Januário, indiciando confraternal goleada, tendo saído de seguida por lesão.
Com o 5×2, os azuis colocaram o treinador-jogador Magno à baliza, em substituição de Plínio, bem como alteraram a equipa, fazendo entrar Silvestre (FL) e José Castro (DCL).

Nesse período, registava-se, igualmente, as entradas de Hélder Filoso (DG) e António Boaventura (DGRHAP) que revolucionaram o jogo ofensivo dos azuis, mas a defesa complicava.
Posteriormente, há de se salientar uma jogada estudada entre Gonçalves e Leonel que culminou num portentoso remate desse e uma espectacular defesa do guarda-redes e, no contra-ataque, Chico elevou para 6×2. Na jogada seguinte, os protagonistas azuis de costume (o maestro e o ponta) desencadearam uma jogada digna de registo, mas Cassamano voltou a evitar os intentos da dupla. O guarda-redes amarelo foi enorme e voltou a impedir nova redução do placard com duas importantes intervenções aos remates de Filoso e de Boaventura.
A partida estava vibrante, ora ataco eu ora atacas tu, mas numa jogada bem estruturada entre Chico, Francisco e Adilson, Cristo fez o 7×2. Passados quatro minutos, o mesmo trio, numa jogada semelhante à anterior, “cozinhou” o oitavo golo marcado por Francisco.
Apesar do resultado díspar (volumoso), a Equipa Azul continuava a fazer o seu jogo com alguma consistência, declinando na finalização «por culpa» do guarda-redes adversário. Remates ao poste da baliza protagonizados por Leonel, Boaventura e Filoso, e a barra transversal pelo inconformado Gonçalves foram notas relevantes. Nessas investidas, Filoso num toque subtil por cima do guarda-redes fez o terceiro para a sua equipa, ao passo que, na jogada seguinte, Adilson marcou o 10.º golo dos amarelos.
Os azuis não se fizeram rogados e descontaram por Gonçalves. Nesse período, voltaram a fazer mexidas na baliza, com trocas entre Magno e Silvestre.
Dar nota, nesse período, as entradas de Paulo Kamufinga (1.º Secretário da Comissão Sindical), pela Equipa Amarela, e de Manuel António (CAD), pela Equipa Azul, que, sem aquecer em pleno, viu Francisco dilatar a contenda, marcando o 11.º golo da sua equipa.
Depois de um descanso para recarregar baterias para a ponta final, Leonel regressou com Bumba Razão (CAD) e regimenta nova dinâmica ofensiva, coroada, a oito minutos do final da partida, com um remate ao travessão da baliza à guarda de Cassamano, tendo sofrido falta. Na marcação do penálti, marcou o 5.º golo da sua equipa, incrementado para seis, segundos depois, num túnel genial de Filoso.
A Equipa Azul estava embalada, mas sofreu um revés com golos de Chico de dois remates intensos à entrada da área, num espaço de dois minutos, elevando para 13×6. Porém, no declinar da partida, os azuis, fruto da intensidade do jogo e o afrouxamento do «adversário», marcaram o 7.º golo por Leonel e o oitavo, de penálti, por Manuel António, depois de uma «jogada psicológica» ao brilhante guardião adversário.
A um minuto do fim do encontro, Filoso noutro túnel, a passe de Leonel, colocou o resultado final em 13×9.
Em remate final, cabe-nos enaltecer o convívio fraternal entre os colaboradores que desfrutaram de comes e bebes, a presença feminina ao certame, o confronto entre o maestro dos azuis e o guarda-redes amarelo, assim como os nove golos dos Franciscos, Cui (5) e José (4).

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