TRANSFORMAÇÃO DO CAPITAL HUMANO POR MEIO DA FORMAÇÃO
A importância da formação tornou-se imprescindível nos tempos actuais, quer para a entidade empregadora quer para o trabalhador.

O conhecimento e as competências adquiridas no processo de formação são cada vez mais patentes, sendo que o capital humano estará mais habilitado para contextos profissionais mais exigidos, nos quais a inovação, a criatividade, a competitividade e a necessidade de mudança são constantes. O processo de formação é considerado um dos mais importantes da gestão de pessoas, constituindo um núcleo de esforço contínuo que melhora as competências pessoais dos colaboradores e, consequentemente, melhora o desempenho da organização, devendo ser visualizada como uma oportunidade de evolução que galga para a execução de um trabalho por excelência, contribuindo não só para a valorização pessoal do colaborador, como também para o desenvolvimento e a diferenciação da Organização. (https://www.alento.pt/noticias/Porque-investir-na-formacao-dos-seus-colaboradores). Tornar o capital humano mais consentâneo com o processo produtivo, agregando-lhe valências indispensáveis para o melhor desempenho do cargo que lhe é posto à disposição, assim como promover o colaborador para melhorar execução das tarefas mais específicas, é o principal objectivo das políticas de formação. Por conseguinte, e como não podia ser diferente, é o apanágio da Área Administrativa dos Recursos humanos da nossa Organização. Assim sendo, no passado recente, os planos de formação na Imprensa Nacional-E.P. não eram concretizados devido à escassez de liquidez. Não obstante a isso, os colaboradores, a seu nível, conseguiam dar resposta aos desafios impostos, bem como contribuir com ideias inovadoras, acompanhando a visão do Conselho de Administração, tornando possível galgar passos galopantes. Considerando o core business da Instituição, e dentre outros serviços exclusivos que nos caracterizam, foi possível estabelecer um intercâmbio com a Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas — ENAPP, no qual, em Outubro do presente ano, se deu início às formações programadas para o II Semestre. É considerado uma mais-valia, porque um colaborador que obtém formação é um capital humano transformado, quer do ponto de vista emocional, quer psicológico e profissional, e a ENAPP está dotada de formadores com alta qualificação, o que directamente contribui para o alcance dos objectivos preconizados pela Organização, os quais elencamos abaixo: a) Melhorar os factores psicológicos e emocionais do capital humano, de modo a estarmos alinhados com a visão, a missão e os valores da IN; b) Aprimorar o nível de literacia, sendo possível alavancarmos para tornarmo-nos uma gráfica de excelência; c) Direccionar, por meio das formações adquiridas e no intuito de rentabilizar os investimentos, os formandos na prestação de assessoria técnica a outras instituições que careçam; d) Capacitar os quadros na especialidade gráfica, com o intuito de, futuramente, criarmos condições para a construção de uma escola com o referido ramo; e) Culminar com a taxa de quadros com ensino primário.

O processo tem sido benéfico, não só pelas formações adquiridas, mas também pela obtenção, nas salas de formação, de entrosamento entre colaboradores que, no seu dia-a-dia, estão alocados em áreas diferenciadas, mas tendo a mesma função hierárquica. Foi visível a satisfação dos colaboradores diante deste processo, assim como a unânime vontade de levarmos a Imprensa Nacional-E.P. à excelência. Assim sendo, até ao momento foram ministradas oito formações, estando ainda outras em curso. Outrossim, e devido ao facto de não termos muitas entidades formadoras em Luanda que ministrem formações específicas adequadas à gráfica, o Conselho de Administração tem custeado formações EAD (Ensino a Distância) no Brasil e em Portugal. Tendo em conta que está a decorrer, igualmente, o processo de avaliação de desempenho, entendemos que a formação irá impactar positivamente na avaliação e, consequentemente, na progressão de carreira. Enfim, estamos cada vez mais conscientes de que o aprendizado é contínuo, não apenas pelos avanços tecnológicos que nos mantêm actualizados, mas porque podemos sempre melhorar em algum aspecto da carreira. Em outras palavras, as formações mantêm-nos activos, valorizados e interessados em novas competências.

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