ALENTO FINANCEIRO ENCORAJADOR

INDICADORES DE DESEMPENHO TRIMESTRAL

No âmbito da sua actividade de recolha, processamento e disponibilização de toda a informação estatística, bem como de compilação e elaboração dos principais instrumentos de gestão, nomeadamente o Plano Estratégico, o Plano de Negócios, o Orçamento Anual e o Plano de Actividades, o Gabinete de Planeamento, Estatística e Controlo de Gestão (GPECG) voltou a proporcionar aos colaboradores da Instituição um instrumento de avaliação de elevado quilate no qual, sem um esforço analítico profundo, se pode compreender as métricas de gestão da Organização no período 2023, comparando com o ano anterior. Por conseguinte, trata-se de um relatório de desempenho de fácil leitura e análise em que dois itens saltam à vista, em primeira instância, nomeadamente o Resultado Líquido, com uma variação positiva de 2117,41% face ao ano de 2022 (Kz: 84 266 440,00 versus Kz: 3 800 214,00) e Autonomia Financeira, com ganhos de +60,23% relativamente ao ano comparativo (75,72% versus 47,26%), o que se depreende que a Imprensa Nacional-E.P. respira alguma saúde financeira, depois de ter ficado anos à fio na compactação das dívidas a fornecedores financeiros e operacionais. Tendo em atenção que, apesar de ideias geniais e programas de gestão sustentáveis e de elevado alcance, as Finanças são determinantes para a sua resolução e na assumpção das metas. Ipso facto, e esmiuçando, de forma cuidada e pragmática, os dados do Gabinete de Planeamento, Estatística e Controlo de Gestão, percebe-se que a Organização foi rigorosa nas contas que podem ser aferidas na tabela anexa a esta resenha económica e que proporcionou algum alento para enfrentar os desafios explanados no Plano Estratégico 2021-2025. Por conseguinte, além das rubricas anunciadas acima que tiveram desempenhos positivos, salienta-se o incremento avassalador de +912,55% (69,63% versus 6,88%) da Liquidez Imediata (Cash Ratio), assim como no EBITDA, com desempenho satisfatório de +27,84% (Kz: 561 559 873,00 versus Kz: 439 274 451,00) em relação ao ano anterior. Partindo do apanágio desse veículo informativo de que o Capital Humano, a Produção e as Operações (Vendas) são os sustentáculos de uma Organização, ao passo que as Finanças são os suplementos nutricionais, o relatório mostra, uma vez mais, um desempenho operacional negativo no qual o Resultado Operacional cifrou-se em Kz: 862 026,00, um saldo de-100,86% face ao período homólogo. Apesar de algum esforço de recuperação dos itens negativos (Kz: 862 026,00 versus Kz: -99 705 687,00). Nesse quesito, muito embora o alcance de um Resultado Líquido confortante (Kz: 84 266 440,00 versus Kz: 3 800 214,00), os demais itens obtiveram desempenhos negativos. Quanto ao Capital Humano, destaca-se a diminuição em um dígito no concernente à Produtividade Média Trabalhador (Kz: 13 174 397,00 versus Kz: 14 537 519,00), que nos remete a evocar o relaxamento, o desânimo, a falta de comprometimento e o absentismo como eventuais causas dessa quebra de produtividade a que o órgão responsável se deve ater para descortinar com maior acuidade. Como repto, desejamos a todos os colaboradores, sobretudo os amantes de números, que, com espírito analítico e de comprometimento à causa IN-E.P., destapem os números e brinquem com eles no intuito de compreenderem o seu presente e perspectivar um futuro airoso para as suas contas, pois o triunfo da Organização está intrinsecamente ligado ao triunfo de cada trabalhador.