NA IMPRENSA NACIONAL-E.P.
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RECONDUZIDO

O Conselho de Administração da Imprensa Nacional-E.P. foi reconduzido no passado dia 11 de Julho, no âmbito da vacatura existente, para um novo mandato de 5 anos, no intuito de dar continuidade às metas programáticas da Organização, inseridas no seu Plano Estratégico 2021-2025.
No Despacho Presidencial n.º 165/23, de 11 de Julho, publicado, um dia depois, no Diário da República n.º 128/23, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, reconduziu a equipa administrativa da sua gráfica estratégica constituída por Lando Sebastião Teta — Presidente do Conselho de Administração, Leonel Pires Magalhães — Administrador Executivo para a Área Técnica e Tecnológica, Manuel António — Administrador Executivo para a Área Administrativa e Recursos Humanos, Manuel João da Fonseca e Rodeth Teresa Makina Gil — Administradores não Executivos, dando-lhe o aval legal para a continuação das suas directrizes de modernização tecnológica, estabilidade financeira e elevação do capital humano.
Com esse gesto, pensamos que o Titular do Poder Executivo levou em consideração os esforços despendidos pelo Órgão Executivo da Imprensa Nacional-E.P. no sentido de tirar a empresa do marasmo financeiro em que se encontrava, resgatando o seu papel de baluarte do conhecimento, da literatura, do jornalismo e da indústria gráfica, recolocando o prestígio adquirido há mais de século e meio como uma referência obrigatória nos campos científico e literário no País, empenhando-se na implantação dos Selos Fiscais de Alta Segurança que se consolidou com a oficialização do PROSEFA, a 11 de Julho do corrente ano, num ambiente engalanado, criando engenharias para a elevação qualitativa do seu core business cujo facto relevante — marcando uma nova era no melhoramento dos processos, sobretudo no que tange à leitura do Jornal Oficial do Estado em dispositivos móveis — se cingiu na criação e efectivação do Novo Grafismo do Diário da República em 24 de Julho do corrente ano e catapultando a Organização à concorrência leal e sadia.
Por conseguinte, esses e outros factos são absolutamente constatáveis, pois o Prémio Imprensa Nacional de Literatura está de «pedra e cal» na sua 5.ª Edição e os seus vencedores, para além do reconhecimento e do valor que auferem — Kz: 500.000,00 (quinhentos mil kwanzas) para os novos talentos e Kz: 1 000 000,00 (um milhão de kwanzas) para os consagrados —, têm o direito de publicar a sua obra, num esforço da Instituição de valorização do talento e do aumento de escritores na praça literária do País. A ânsia de modernização do seu core business e do capital humano que o suporta levou o Conselho de Administração, ora reconduzido, a engendrar um Plano de Formação, incidindo sobretudo na parceria estratégica com as Imprensas Oficiais de Língua Portuguesa — IOLP. Nesse quesito, técnicos da área editorial têm trocado experiências, regularmente, nas empresas homólogas lusófonas.
No que à Edição e à Produção de Livros diz respeito, salientamos a produção das Obras Máximas I e II, de Viriato da Cruz, em parceria com o Centro de Estudos Africanos da Universidade Católica de Angola —
UCAN, no âmbito das actividades alusivas ao 50.º aniversário da morte daquele ícone do nacionalismo angolano. É, de facto, uma visão estratégica do PCA Lando Teta e seus coadjutores em uma missão bem conseguida, numa grande projecção editorial, científica e mediática — de puro marketing — da nossa Instituição.
Não menos importante, merecendo realce, é a conclusão célere, atempada e satisfatória da produção dos 4.800.000 (quatro milhões e oitocentos mil) manuais escolares alocada à Imprensa Nacional-E.P., facto, para além de ser uma obrigação legal, prestigiante e corolário do empenho e comprometimento com o Estado, nos quais os Sectores da Educação, da Ciência e da Cultura são os focos da sua actuação suprema, a seguir ao seu core business.
Outro marco de relevo, na visão do BIIN, que contribuiu para o voto de confiança do Titular do Poder Executivo ao Conselho de Administração se prende na luta hercúlea por si empreendida para trazer à empresa parte do Estacionário disperso em outras paragens e interesses colaterais.
Por todos esses motivos, pensamos que a recondução é meritória do engajamento, sem tréguas, do Conselho de Administração ao longo do mandato 2017-2023.
Que outras «lutas hercúleas» surjam para a evolução da Instituição em todos os campos de actividade e que até 2028 tenhamos uma Organização com o capital humano preparado e motivado para ombrear com as suas homólogas da SADC e da CPLP.

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