FORMAÇÃO DO CAPITAL HUMANO

APOSTA NA CAPACITAÇÃO CONTÍNUA

A Direcção de Gestão de Recursos Humanos, Administração e Património (DGRHAP) gizou, de um tempo a essa parte, com o beneplácito e alto patrocínio do Conselho de Administração (CAD), um ambicioso Programa de Formação de Quadros com a finalidade de proporcionar, periodicamente, ao capital humano da Instituição valências para enfrentar os desafios do presente e do futuro versados no Plano Estratégico 2021-2025.
A fim de informar os colaboradores sobre tão importante instrumento de regulação de competências, o BIIN abordou a Coordenadora de Formação e Avaliação de Desempenho, Oriana Borges, que esmiuçou as teses programáticas do processo.
Como é do conhecimento de qualquer colaborador atento aos meandros da Organização, a Imprensa Nacional-E.P. tem vivido uma era de transformações, na qual a capacitação contínua dos trabalhadores faz parte das prioridades. A visão do Conselho de Administração é ampla e a materialização dos desafios visa necessariamente investir no capital humano.
De acordo com a gestora formativa, atendendo a sua visão e missão constantes na sua «bíblia de gestão», a Instituição projecta mais de 50 formações no ano vigente, pelo que se almeja, por meio delas, que cada trabalhador em particular aumente os seus conhecimentos, as habilidades, as competências comportamentais, técnicas e organizacionais necessárias para o alcance do sucesso na área de actuação.
Para o efeito e com vista a uma harmonização consentânea aos desígnios da Organização, foram preconizados objectivos para formações internas e externas. Assim, a nível interno, devemos realçar o ciclo de formação que tem sido encetado, salientando o intercâmbio com a Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas — ENAPP, que possibilitou, em Outubro do ano transacto, o início da acção programática para o II Semestre.
Não é demais enfatizar que, anteriormente, a realização das formações era ínfima. Não obstante a isso, os líderes capacitavam-se por meio de formações a título particular para a contribuição e sucesso das responsabilidades impostas. Nessa perspectiva, o Conselho de Administração inverteu esse quadro retrógrado e em desuso, adoptando políticas corporativas de gestão de recursos humanos com o objectivo primário de promover a sustentabilidade do capital humano para o crescimento global da Organização.
A nível de formações externas estão previstas, para o ano vigente, formações em Portugal, Alemanha e Brasil, brenchmarking para algumas áreas de apoio à produção, com o intuito de aprimorar as competências técnicas e pessoais, bem como melhorar a qualidade de resposta aos desafios preconizados.
Pretende-se com estas formações que o capital humano crie networking global, que habitualmente é muito valorizado, permitindo não apenas o aprendizado, mas também as técnicas para o desenvolvimento de habilidades.
Outro factor primordial cinge-se no facto de as formações no exterior trazerem prestígio em função da certificação das instituições formadoras renomadas, sendo uma mais-valia para o capital humano, e do ponto de vista psico-emocional em que o trabalhador se sente, efectivamente, mais motivado a demonstrar o trabalho com mais afinco.
A Imprensa Nacional-E.P. caminha na rota do desenvolvimento do seu principal activo, a Pessoa Humana, e engendrando políticas eficazes e consentâneas aos desafios preconizados, de acordo com a Responsável de Formação do Departamento de Recursos Humanos da DGRHAP, para quem «as formações, de um modo geral, têm um pendor inquestionável na vida do capital humano, podendo proporcionar mais e melhores oportunidades em várias facetas da vida. E nos últimos tempos, face à globalização, as empresas têm envidado esforços para habilitar os seus trabalhadores, com vista a fornecerem respostas aos objectivos e desafios preconizados».