A IMPORTÂNCIA DO BIOMÉTRICO PARA O COMBATE AO ABSENTISMO
Com a finalidade primordial de combater o Absentismo, também chamado Absenteísmo, que se conceitua pela ausência excessiva e acentuada no local de trabalho, a Organização estratégica liderada pelo PCA Lando Sebastião Teta pôs em funcionamento, a partir de Janeiro do corrente ano, o Biométrico, instrumento eficaz através do qual se perspectiva um controlo mais rigoroso aos trabalhadores faltosos.

Todavia, essa ferramenta de um controlo mais rigoroso aos trabalhadores faltosos. Todavia, essa ferramenta de medição da assiduidade influencia, mas não determina o combate ao absentismo, de acordo com Eliana Capita, Técnica do Departamento de Recursos Humanos, na medida em que «não se deve descurar a atenção ao trabalhador, o principal foco da nossa acção, pelo que o bom tratamento, as relações humanas, a massificação do seu status social, a luta para a melhoria das suas condições de vida e, sobretudo, o compromisso com a causa uma base de dados. Deste modo, ele pode eliminar os seguintes problemas: a) Assinar a presença de outros colegas, ludibriando o departamento e, concomitantemente, a direcção, presumindo que um trabalhador faltoso se encontra na Organização; b) Evitar choques entre os técnicos de recursos humanos pela marcação certa ou indevida de faltas; c) Diminuir o fluxo de papel dos técnicos de recursos humanos; d) Aliviar todos os colaboradores do mesmo modo, visto que só o sistema é regedor das faltas; e) Proporcionar um ambiente com menos atritos e, não menos importante, tirar o peso da imputação da culpa pelo desconto das faltas; f) Promover responsabilidade individual e reconhecimento de falhas; g) Manter a empresa saudável. Outrossim, o Biométrico é considerado um agregador de valores, pelo que pode conferir uma mais-valia ao sistema de controlo dos colaboradores na Imprensa.

Assim sendo, o Biométrico nas organizações pode servir de medidor de controlo de faltas e veio revolucionar o jeito de lidar com os trabalhadores, criando engenharias para fazer do capital humano auto-controlável, confidenciou ao BIIN a técnica de capital humano que vimos citando, tendo adiantado que «nesta questão rende mais, diminuindo o fluxo de trabalho do técnico de recursos humanos e permitindo a auto responsabilização de cada trabalhador pelo seu sucesso ou insucesso na organização». Saliente-se que, mais do que um sistema de aplicação de faltas remoto (através de assinatura em livro) ou moderno (biométrico), deve haver uma cultura para entender os problemas dos trabalhadores, pelo que, identificar a raiz do problema ajuda na sua resolução.

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